Sobre

Minha formação em artes plasticas me levou da minha cidade natal Recife, capital do estado de Pernambuco, Brasil, a cidade dos judeus que aportaram em Nova Amsterdam, para Nova York, a Big Apple. Com sangue ucraniano e primo da escritora Clarice Lispector tomei como desafio ter fama mostrando meu talento em diferentes midias da arte e criatividade.
Andree GuittcisNos anos 80 após retornar de estudos em Israel decidi me dedicar ao design de joias explorarando os conhecimentos dedicados a
gemologia. Ao mesmo tempo em que por feições marcantes iniciei por convites a carreira de modelo sabendo que em algum momento
poderia atuar e dedicar como “hoby” o meu tempo livre para as artes cênicas.
Jean Paul Gaultier selecionou meu rosto para lançar seu primeiro design no Brasil no inicio dos anos 80 e logo fui convidado para como modelo fazer campanha de lançamento de cigarros “Monte Carlo Light” dirigido pelo produtor Jayme Piñas na Republica Dominicana onde morei por 5 anos e pude fazer um catálogo para o Club Med além de várias aparições em fashions shows e edições de moda na ilha caribenha onde apresentei pelo menos 4 shows de jóias.
Mas no meu sangue a necessidade de obter visibilidade mundial como designer me levou a dar prioridade na pesquisa e estudos para lograr reconhecimento na área do design com pedras e metais preciosos.

Até o momento 5 premiações internacionais além do mérito em receber medalha Vermeil pela Académie dês Arts Sciences et Lettres em Paris, em 2011, um reconhecimento de minha contribuição para o mundo das artes através da criação de joias.

A Joalheria tem uma história incrível e eu faço parte desta história.

Em 2003 fui apresentado por Katia Mesel, cineasta responsável pelo mundialmente conhecido documentário “O Rochedo e a Estrela” (narra a saga do mencionado fato histórico sobre a colonização de Nova York por meus conterraneos), ao talentoso artista plastico e tambem cineasta Flavio Bekeredjian, responsável pelo projeto “Nosferatus A Ruina das Trevas“, que viu em mim o caracter que buscava para encarnar a versão do primeiro Dracula Judeu na história do cinema.
O curta, uma sátira vamipiresca, teve espaço mundial sendo selecionado em 2004 pelo Resfest e ao decorrer de alguns naos selecionado em um total de 8 festivais.

Criei, então, o projeto “Nosferatus: A Imagem de uma Era“, onde através da criatividade  busco promover não só o curta, mas também a jóia que a besta usa no filme, uma homenagem à minha avó materna Carlota Moreira Reis que tinha um enorme senso de humor e uma interessante visão no mundo das artes. Ela me presenteou o anel escolhido para o personagem, uma joia em estilo gótico medieval com uma gema rara: um olho de gato em prata e macasita.
Levarei este projeto por onde eu estiver para que possa interagir com a opnião pública sobre este tema que fascina grande parte de uma geração na qual que me incluo.

Quando ponderava se aceitaria ou não o convite para interpretar um Nosferatu judeu, fui pedir autorização a um rabino brasileiro e as palavras do Rabbi Sobel foram:

“Você não é judeu? Então não tem problema! Nosso povo adora fazer piadas de nos mesmos. Faz parte da vida e o personagem não chega a cometer nenhum ato que seja inapropiado para nossa religião. Divirta se com sua arte!”

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